domingo, 26 de janeiro de 2014
Entre amigos - São Luís - dias 22, 23 e 24
Saímos de Santo Amaro na jardineira (20,00), que transportou além de pessoas, produtos, e encomendas, fazendo escoar a vida da cidade e dos povoados ao longo da longa estradinha de areia. Somente a valente Toyota Bandeirantes para vencer os areais, morrinhos e riachos dentro dos quais tem que navegar.
Em Sangue passamos para uma van (30,00) que deixou a todos que embarcaram na porta de suas casas. Algumas delas tão próximas que se quiséssemos, de dentro da van poderíamos tomar café na sala do morador.
Vimos uma São Luis de todos os meandros e chegamos na pousada São Francisco. A rua 1 era uma rua normal até a pousada, e depois o asfalto e o calçamento terminavam e se transformava em uma comunidade. Atendimento muito bom e bem aprazível.
A noite fomos visitar a Neide que nos esperava com um jantar maravilhoso. Na manhã seguinte conhecer São Luís com Neide pela manhã e o resto do dia com a Ilma. Passeamos por um artesanato de qualidade nas ladeiras da cidade histórica. A noite, pizza de luvas. Uma pizza tão fina que tínhamos que comer com luvas de plástico. Delícia. No último dia partimos para São José do Ribamar visitar a Claudinha e a Isabela, e entre abraços reforçar as amizades que nos unem. É o que importa nesta vida. A Val foi se encantar em Alcântara. Gostaríamos de ir a noite no tambor de crioula, mas a temporada de chuvas chegou deixando mais este cartão de visitas para 2016.
Manhã do dia 25. Pegamos um táxi 7:05 para a estação ferroviária Anjo da Guarda e cumprir um sonho de trem na e3strada de ferro Carajás da Vale. Tiramos as mochilas do táxi e ... cadê a mochila da Elanna? Taxista, corre pra trazer a mochila antes do trem das 8 partir! Vamos comprar as passagens.
Acabaram-se as passagens! Sonho desmoronou! Decepção total. Valéria e Ágata gritando uma manha, e aí o trem apitou... Que dor! Chorei de tristeza. Com 4 mulheres chorosas a van (35,00) partiu para Santa Inês. Foram 5 horas de estradas descortinando povoados miseráveis, verdes de todos os matizes de palmeiras, tapete negro de veludo macio.
Em Santa Inês fomos cercadas por vários homens. Momento de tensão! Queriam vender água, passagens, carregar a bagagem, roubar a bagagem e sei lá mais o que. _Mas que furdunço de homens é esse? – perguntei, por pouco não enfiando o guarda chuva no bucho deles. Um homem de farda de motorista falou mais alto e fomos para Açailândia por 45,00 cada. A cada parada, o tal motorista que era o co-piloto e proprietário do minibus, limpava os degraus com um pano sujo e depois o estendia como tapetinho.
Por verdes matas costuramos a fita negra das estradas. Babaçus espanando o céu, açaís esbeltos e delicados, mangas gotejavam de frondosas mangueiras. Estradas de todos os tons de verde.
A Tim já era no Maranhão. A Vivo de vez em quando se transforma em Oi. Não consigo ligar pra ninguém no Maranhão, só pra fora. Na estrada tudo fica sem serviço. É muito chão e nem saímos do Maranhão. Êta Brasilzão.
Depois postarei mais fotos. Net lenta demais.
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Nossa! Lamentamos muito que vcs não tenham conseguido pegar o trem. A viagem é tão bela quanto, e muito mais segura. Os homens realmente cercam nas rodoviárias pela disputa do passageiro. Uma vez saiu briga entre taxistas pela gente. Se vc puder subir o Morro do Chapéu, é uma boa pedida, no fim de tarde para ver o pôr do sol, que é absurdo. Ágata deve aguentar a subida. Vc vai com um guia, de carro, até um certo ponto, e depois é uma hora de subida. Para Ellanna e Val tvz não dê.
ResponderExcluircamarões deliciaaaaaaaaaaaa.bjs amados
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