quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Canoa Quebrada e o vento escultor
Dia 08 de janeiro
Canoa Quebrada parece que foi uma vila de pescadores que pela década de 70 foi adotada por um bando de "bichos grilo" como uma espécie de comunidade alternativa. Hoje ainda exibe algumas marcas desta "bichogrilice". Turistas sim, é claro, mas longe de ser uma cidade entupida como Cabo Frio ou Búzios. Fortaleza - Canoa Quebrada são separadas por 140km e o ônibus levou 3 horas (ah, aqui não tem horário de verão)e custou 20 reais. Tá pensando na 1001, eu também pensei no roubo que é a passagem.
Ficamos na pousada Colibri. Pequena, visual lindo, super bem localizada, atendimento nota 10. Perfeito. O povo daqui é profissional de turismo mesmo. Uma mulher passou mal num quiosque na praia e 6 garçons carregaram ela numa espreguiçadeira escadaria acima pra ser atendida. Pouca infra estrutura, mas trabalho em equipe de todos. Um carro de passeio atolado na praia a km de Canoa, e vimos outros carros ajudando com cordas.
Hoje fomos passear de jangada (10 reais)- muito bom. A jangada não vence o mar, se funde a ele. Quase como um surfista numa prancha. Criança não pode.
Parapente (80 reais e criança pode) imperdível, inclusive quero virar uma parapentista porque nasci pra voar. Nos sentimos nas mãos do vento. Parece que o ar é quase um nadinha, mas estar envolto dele num parapente nos fez sentir a densidade, a força e a segurança dele. Como os pássaros, realmente, planando sobre a praia. Percebi o momento que a Ágata deixou de ter medo, pouco depois da subida, e começou a curtir e pedir pra ir mais alto. Me lembrei de Ícaro e sua paixão pra ir mais perto do sol. Nos posicionamos em cima de terra quente, pegamos um vento ascendente e subiiiimos, depois, rumo ao mar. Ágata deu tchau pros peixes.
Aqui tem Broadway. É tipo rua dos biquinis. Encontrei uma loja que exibia biquinis de malha! Nada de costuras grosseiras das máquinas de overloque com elásticos apertados. Bem que eu queria fazer biquinis de tecido. Acho que vai pegar a moda.
Passeamos 40km de bugue (300 reais) até quase a divisa com RGNorte, vimos o por do sol e tomamos banho de piscina no hotel. O mar é bravo, as falésias são esculturadas pelo vento e pintadas por Deus nas mais diversas cores, o vento está sempre "ligado" e o lugar é encantado. Nos deparamos com fontes de água doce nascendo na areia molhada da praia e nas falésias.
MARAVILHA das MARAVILHAS!
O alvorecer visto da frente do nosso quarto
Nascer do sol no rosto da Elanna
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Lindíssimas fotos amores.Amei as aventuraras.E barato demais tudo ai.Ameiiiiiiiiiiiiii.Fotos sensacionais.
ResponderExcluirestava ansiosa pelas fotos e pelo texto sobre as aventuraras e sobre o lugar.Deus abençoem.amo vcs
ResponderExcluiramei saber que minha neta se amarrou no parapente mas corajosa do que a avó kkkkkkkkk.O papai claro ficou falando ela morre medo de carro e vai no parapente kkkkkkkkkkkkkkk eu não entendo kkkkkkkkkkk essa minha filha kkkkkkkkkkkkkk.bjssssss amores.Esperando mais fotos
ResponderExcluirfotos aulindas maninha.Auamo vocês.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirQue viagem maravilhosa... ameiii seu modo de escrever, me senti junto de vocês!! Curtam muitooooo!! Bjo
ResponderExcluirFotos MARAVILHOSAS! Todo ser humano devia voar um dia. Ser mais q um peso sobre o ar mas o ar em sincronia com a natureza *_* Adoro!!
ResponderExcluirUma coisa que não consigo entender. Vc tem medo de andar de carro e não tem de voar de parapente, De bugre e outros radicais!
ResponderExcluirPai, o meu problema é a convergência. No ar e nas dunas não tem isso.
ResponderExcluirVoar de parapente dá mais medo para quem está embaixo do que para quem está voando. É o máximo! Fico feliz que vcs curtiram!
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